15.12.09

P2P na Economia

Como boa parte das redes sociais, o ZOPA foi criado com um objetivo específico: descentralizar a distribuição de crédito e torná-la mais social. Os perfis informam localização, interesses e a taxa de juros preferida pelos que emprestam. Os que recebem publicam seus "projetos" e a taxa que querem pagar.
A grande sacada dos caras foi juntar o modelo P2P com os experimentos que começaram no Grameen Bank. O montante de cada usuário é quebrado em vários lotes de dez libras, que são emprestados pra usuários diferentes de acordo com afinidades de intenção.
Ao incorporar o modelo descentralizado das trocas de arquivo e uma interface de rede social, o sistema procura criar uma rede baseada em relações humanas, o que tornaria o processo de obtenção de crédito mais empático e, segundo o que pretende o projeto, mais confiável.
Os empréstimos ainda são baseados nos sistemas de cartões de crédito e não independem totalmente da economia tradicional.
Mas o surgimento do ZOPA" no primeiro mundo, do KIVA no terceiro e as constantes incursões da NOKIA na troca de dinheiro pode apontar pra novas formas de movimentar a grana.

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