15.12.09

Open Source House



Certos modelos de produção e troca foram desenvolvidos na internet e para a internet. Vimos o virtual emprestar experiências extra-internet pra criar interfaces mais inteligíveis (área de trabalho, arquivos e pastas)
Agora vemos o movimento contrário - já previsto mais ou menos utopicamente: P2P inspirando formas mais "justas" de pegar dinheiro emprestado e o modelo Open Source sendo aplicado a, por exemplo, projetos arquitetônicos.
A casa Open Source quer chegar a um projeto ecologicamente correto, geograficamente significativo e mundialmente acessível. A primeira casa será construída em Ghana, um dos países que mais sofre com a Favelização de que fala Mike Davis. Ou seja, a degradação do espaço pelo crescimento populacional e urbano desenfreado e não planejado, decorrente da gentrificação globalizada.

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P2P na Economia

Como boa parte das redes sociais, o ZOPA foi criado com um objetivo específico: descentralizar a distribuição de crédito e torná-la mais social. Os perfis informam localização, interesses e a taxa de juros preferida pelos que emprestam. Os que recebem publicam seus "projetos" e a taxa que querem pagar.
A grande sacada dos caras foi juntar o modelo P2P com os experimentos que começaram no Grameen Bank. O montante de cada usuário é quebrado em vários lotes de dez libras, que são emprestados pra usuários diferentes de acordo com afinidades de intenção.
Ao incorporar o modelo descentralizado das trocas de arquivo e uma interface de rede social, o sistema procura criar uma rede baseada em relações humanas, o que tornaria o processo de obtenção de crédito mais empático e, segundo o que pretende o projeto, mais confiável.
Os empréstimos ainda são baseados nos sistemas de cartões de crédito e não independem totalmente da economia tradicional.
Mas o surgimento do ZOPA" no primeiro mundo, do KIVA no terceiro e as constantes incursões da NOKIA na troca de dinheiro pode apontar pra novas formas de movimentar a grana.

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10.12.09

Grant Morrison - O filme

Sem palavras.



Mais um pouco na Wired.

Dica da Natasha.

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8.12.09

para gostar de ler

...Primeiro conseguiu trocar um escape seminovo com silenciador de bolas de marinheiro por uma fita VHS com o show de Boy George nas ilhas gregas; depois trocou a fita por um par de ‘dados’de retrovisor de Chevette e um saco de painço; depois trocou ambos por um canguru. Então, descobriu que fora enganado, pois na Austrália ‘tinha mais canguru do que pardal em Guaxupé’(sic). Depois de muito custo conseguiu ludibriar turistas japoneses ‘passando pra frente’ o marsupial, e assim finalmente conseguindo dinheiro: 30 Rúpias. Descobriu então que aquilo não era o dinheiro local.(Puta que o pariu!) e apesar de as ter trocado por 50 centavos de Dolares Australianos em uma casa de câmbio, não conseguiu comprar nada mais possante do que uma Garelli 1976 e um saquinho de naftalinas para colocar no tanque de combustível da mesma, atingindo assim a potência de 7,8 cavalos e incríveis 18 milhas por hora!

GRANDES CLÁSSICOS DA LITERATURA MOBRAL - PT 1

GRANDES CLÁSSICOS DA LITERATURA MOBRAL - PT 2

mapa da mina



We always have staff who can help you in Engnlish here in Nakano, please let our staff know that you need help to seach whatever you are looking for. MANDARAKE.

6.10.09

e.e cummings on Krazy Kat

"Even if Offissa Pupp should go crazy and start chasing Krazy, and even if Krazy should go crazy and start chasing Ignatz, and even if Krazy should swallow crazy Ignatz and crazy Offissa Pupp should swallow crazy Krazy and it was the millennium - there'd still be the brick. And (having nothing else to swallow) Offissa Pupp would then swallow the brick. Whereupon, as the brick hit Krazy, Krazy would be happy." - em Classical Hollywood Comedy

Dica da Natasha.

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23.7.09

Mais louco é quem me diz...



Perfil bacana feito pelo grande escriba Bruno Tortura Nogueira sobre o mestre da química psicodélica Sasha Sulgin. Publicado na Trip de julho.

29.6.09

Gêmeos no TCJ

24.5.09

A segunda vinda

David Gelernter escreveu The Second Coming - A Manifesto apresentando as falhas atuais da forma como enxergamos os computadores (área de trabalho? arquivos e pastas?) e sugerindo um novo modelo, baseado em lifestreams:
38. A "lifestream" organizes information not as a file cabinet does but roughly as a mind does.

39. A lifestream is a sequence of all kinds of documents — all the electronic documents, digital photos, applications, Web bookmarks, rolodex cards, email messages and every other digital information chunk in your life — arranged from oldest to youngest, constantly growing as new documents arrive, easy to browse and search, with a past, present and future, appearing on your screen as a receding parade of index cards. Documents have no names and there are no directories; you retrieve elements by content: "Fifth Avenue" yields a sub-stream of every document that mentions Fifth Avenue.

Vale a leitura, pode haver algo realmente importante aí.

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