8.3.10

Truly the Final Frontier

Geospatial (Corporation) got started by mapping telecommunication lines for cable companies, and has since moved on to mapping oil and gas lines, waterways and sewage tunnels. They’re also planning to map entire municipalities, to enable cheaper, faster fixes of infrastructure problems. Smith tells Danger Room that the company is creating a “mega-map” geographic information system (GIS) platform, called GeoUnderground. “Underground,” he says. “Is truly the final frontier.”

And the company’s growing a library of data has caught the military’s eye. The Pentagon has already contracted Geospatial to create 3D maps of the deep earth beneath their “critical facilities.” The data would be useful in case of terrorist attack, natural disaster, or, of course, a power outage or sewage leak. (E também no caso de precisarem de um backup de tudo isso, pra ninguém esquecer de nada.)


O procedimento é digno de uma história do Neal Stephenson:
The company, started in 2005 by longtime water-pipeline manufacturer Mark Smith, uses a proprietary gadget called ‘Smart Probe’ to map deep earth via underground pipes. The company’s probe can be inserted into pipes as small as 1 1/2 inches, and then travel their length while taking super-speedy coordinates — 800 per second — and saving them onto a USB key. The probe is removed, the data extracted, and a 3D map of the underground region is created. The probe can travel through pipes that are empty, or contain fluid or gas.




via: DangerRoom

Marcadores: , ,

24.5.09

A segunda vinda

David Gelernter escreveu The Second Coming - A Manifesto apresentando as falhas atuais da forma como enxergamos os computadores (área de trabalho? arquivos e pastas?) e sugerindo um novo modelo, baseado em lifestreams:
38. A "lifestream" organizes information not as a file cabinet does but roughly as a mind does.

39. A lifestream is a sequence of all kinds of documents — all the electronic documents, digital photos, applications, Web bookmarks, rolodex cards, email messages and every other digital information chunk in your life — arranged from oldest to youngest, constantly growing as new documents arrive, easy to browse and search, with a past, present and future, appearing on your screen as a receding parade of index cards. Documents have no names and there are no directories; you retrieve elements by content: "Fifth Avenue" yields a sub-stream of every document that mentions Fifth Avenue.

Vale a leitura, pode haver algo realmente importante aí.

Marcadores: , ,

16.11.07

Propaganda errada contra aquecimento global

Você trabalha para o Greenpeace e precisa preparar uma campanha para conscientizar as pessoas sobre os perigos do aquecimento global. Fotos de paisagens costeiras embaixo d'água e rios completamente secos devem funcionar, certo?

Não segundo o BLDBLG. Em um post relativamente longo o blog explica porque essa não é uma grande idéia: paisagens drasticamente modificadas tendem a estimular o turista do futuro (e do exótico) que existe em cada um de nós. Se é pra resolver a coisa através de medo (ênfase no se), o blog sugere usar sexo ou crianças.

Bela argumentação, em especial no trecho em que o autor, por exercício, inverte o "antes" e o "depois" de um par de fotos e inventa uma justificativa que mostra que um vale verde e cheio de vida pode ser algo imoral.

Marcadores: , , ,

22.1.07

Termos obrigatórios para o intelectual do século XXI

Realidade aumentada, Racionalidade Bayesiana, Escatologia Cosmológica, Paradoxo de Fermi, Engenharia Memética são alguns dos muitos conceitos que George P. Dvorsky(Sentient Developments) considera necessários para se compreender o mundo em que vivemos/viveremos.

A maior parte deles é bastante plausível, a dúvida é se realmente serão aplicados ainda nesse século.

Via Warren Ellis.

Marcadores:

4.1.07

Sobre o que você é otimista? Por que?

Essa é a pergunta de 2007 da Edge.

O que é a Edge e o que é a sua pergunta anual? Falamos sobre isso ano passado.

Algumas boas respostas desse ano: Cory Doctorow (copyright), David Gelernter (software além do hardware), Alison Gopnik (evolução através das gerações), Rodney A. Brooks (conquista do espaço), Kevin Kelly (futuro propriamente dito) e Jaron Lanier (comunicação e realidade virtual).

Marcadores: ,